Norma de desempenho NBR 15.575

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Em vigor desde julho de 2013, a norma de desempenho de edificação estabelece uma série de mudanças e exigências referentes às construções brasileiras, tendo como principal objetivo garantir o conforto e segurança dos imóveis brasileiros.

Essas novas regras surgiram para repartir as responsabilidades entre projetistas, construtores e usuários, beneficiando cada uma dessas partes.

A norma trabalha cada um dos principais sistemas presentes nos imóveis, e os que constantemente apresentam irregularidades que comprometem o bem-estar dos moradores: estrutural, sobre carga, vedações, coberturas e hidrossanitário.

Observe agora nesse artigo as principais mudanças realizadas para cada um desses sistemas.

 

Norma de Desempenho: Veja o que mudou

 

  • Estrutura

 

A norma de desempenho determina quais são os critérios a serem levados em consideração quanto à estrutura das edificações habitacionais. A norma aponta critérios de estabilidade e resistência, incluindo formas de medição de quais exemplos de impacto que a estrutura deve comportar sem que apareçam rachaduras e falhas.

 

  • Piso

 

Foi a parte da norma de desempenho mais modificada durante a revisão, processo este que começou em 2011 e terminou em fevereiro de 2013, com a publicação da versão final.

Nessa atualização, não só é normatizada os pisos internos, mas também os externos. Também houve melhor explicação sobre o sistema de pisos, incluindo o uso da combinação de vários elementos, como o contrapiso, por exemplo.

Também foi determinado que os pisos devem suportar a força de determinados impactos específicos no texto, bem como normalizou a necessidade de existência de pisos seguros, que protegem contra escorregamentos, para evitar acidentes domésticos.

 

  • Vedações Verticais

 

A norma de desempenho definiu mudanças quanto as vedações de paredes internas e externas – portas, janelas e fachadas – tendo como obrigatório a estanqueidade ao ar, à água e grandes rajadas de vendo, bem como o conforto acústico e térmico (as estruturas devem oferecer proteção acústica contra sons externos, dentro de uma medida determinada no texto)

A norma também apresenta níveis internos de oscilação de temperatura mandatórios, estando de acordo com cada região climática existentes no brasil.

Com isso, foram inclusas adequações de critérios relacionados ao desempenho estrutural e inclusão de critérios relativos à segurança quando exposto ao fogo.

 

  • Coberturas

 

Não houveram mudanças significativas quanto aos sistemas de coberturas, apenas aperfeiçoamentos em relação às normas antigas.

O principal requisito é a adequação de 2,5 metros mínimos de pé-direito no imóvel, apresentando variações válidas para banheiros e corredores.

A norma de desempenho também determina quanto peso a estrutura deve suportar e quantas horas expostas ao fogo ela deve resistir, sem ceder, sendo o valor mínimo de 30 minutos.

 

  • Sistemas hidrossanitários

 

Essa parte da norma de desempenho abrange os sistemas prediais, e garante que todas as edificações devem ter acesso à redes de esgoto ou outras alternativas próprias para tratamento de dejetos.

Também menciona os sistemas de água fria e quente e ventilação, explorando conceitos como a durabilidade dos sistemas e a previsão de manutenção das edificações.

Além disso, explora as tendências atuais de reutilização de água, bem como as separações físicas de sistemas de água fria potável e não potável.

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Norma de desempenho NBR 15.575

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